IAG – Inteligência artificial geral

Quando ouvimos essa expressão logo pensamos em algo global, que comanda toda a  internet e seus respectivos dispositivos autônomos (carros, robôs, computadores, smartphones, etc), e, aparentemente, pode ser isso mesmo.

A IAG, também conhecida como inteligência artificial forte, refere-se a um sistema de inteligência artificial capaz de entender, aprender, raciocinar e agir de forma semelhante à inteligência humana em uma ampla variedade de tarefas. Em outras palavras, ela tem a capacidade de se adaptar a novas situações, resolver problemas diversos e demonstrar um nível avançado de compreensão e cognição.

Ao contrário da inteligência artificial convencional, a IAG tem o potencial de agir praticamente sozinha, sem comando humano ou programa, pois, de certa forma, ela toma suas próprias decisões e, consequentemente, ações. Ela pode diagnosticar doenças, desenvolver tratamentos personalizados, melhorar a eficiência hospitalar e prever surtos de doenças. Na educação pode ser utilizada para criar sistemas de ensino personalizados, oferecer tutoria individualizada e adaptar o currículo às necessidades de cada indivíduo. No transporte pode ser usada para melhorar a segurança e a eficiência de veículos autônomos, otimizar o tráfego e planejar rotas mais eficientes. Na comunicação, pode melhorar a tradução automática (isso já existe – a mais nova versão do smartphone Samsung já faz isso simultaneamente), pode também compreender a linguagem natural e a promover interação homem-máquina. 

Enfim, o impacto dessa IAG na sociedade e na vida das pessoas pode ser significativo. Por um lado, a IAG pode trazer benefícios em termos de eficiência, inovação e qualidade de vida. Por outro lado, há preocupações sobre o impacto da IAG no mercado de trabalho, na privacidade, na segurança e na equidade social. A implementação da IAG também levanta questões éticas, legais e filosóficas sobre o uso responsável da tecnologia e sua relação com os seres humanos. Por isso, é sempre importante considerar cuidadosamente as implicações da IAG e desenvolver políticas e regulamentações adequadas para garantir que seu desenvolvimento e utilização sejam benéficos para a sociedade como um todo.

Apesar dessas considerações, as bigtechs estão trabalhando intensivamente nessa tecnologia. Uma delas, a Meta (do Facebook de Mark Zuckerberg), anunciou sua total atenção para o desenvolvimento dessas IAs fortes para operar sobre sua gigantesca rede de pessoas plugadas em seus sistemas digitais sociais. Ele revelou uma visão ousada sobre construir uma inteligência artificial que transcenda as capacidades humanas. Também vislumbrou um futuro em que a inteligência artificial generativa desempenhará um papel fundamental nos avanços das máquinas, permitindo a criação de mundos virtuais povoados por personagens de inteligência artificial que interagem com usuários reais a todo momento.

Isso é apenas a ideia (intenção) de um dos poderosos donos uma das influentes bigtechs que dominam o mundo. Na mesma linha, Microsoft, Amazon, IBM, Apple, Samsung e outras tantas que não vemos suas marcas estampadas em todo lugar, trabalham em suas pesquisas para transformar, cada vez mais, a autonomia das máquinas.

Segundo alguns futurólogos, muito em breve, a IAG dominará (e decidirá) sobre muitas coisas no cotidiano de cada um de nós. 

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